FRUGIVORISMO_uva_rosadaA dieta crudífera constitue-se principalmente pelo consumo de frutas, legumes e vegetais secos ou frescos, sementes, brotos de grãos, entre outros. Na dieta crudífera, também conhecida como alimentação viva, nada é preparado no fogo, devido a perda de nutrientes causada pelo aquecimento a uma temperatura maior que 47 graus. Outros tipos de preparação de alimentos são usadas, como a desidratação e o preparo de sucos, smoothies e sopas no liquidificador. É importante ressaltar que por ser uma alimentação viva não se come carne.
Ao comer alimentos crus, as enzimas desses alimentos não são destruídas e isso facilita a digestão e poupa as reservas do nosso corpo. Pois se o corpo está ocupado produzindo enzimas para o estômago, pâncreas e saliva, não produzirá as enzimas necessárias para o resto do nosso corpo. Essas enzimas também combatem doenças crônicas.
Comer carne cozida cria quantidades excessivas de ácido úrico e amônia em nosso corpo, ambos sendo tóxicos. A ingestão de grãos cozidos faz com que esses se fermentem e produzam gases, álcool e ácido acético; venenos que matam as células que entram em contato.
Citaremos aqui alguns exemplos dos benefícios da dieta crua: primeiramente, a dieta crudífera potencializa a perda de peso, já que os alimentos consumidos contêm baixo teor de gordura e calórico; frutas e verduras têm grandes quantidades de antioxidantes e portanto desaceleram o processo de envelhecimento; você se sentirá muito mais disposto; além de notar uma considerável melhora no aspecto de sua pele.

1 – Vitaminas e fitonutrientes – Previne doenças crônicas e melhora a função celular.

2 – Rica em clorofila – Substância presente em todas as plantas, de coloração verde, que, no homem, tem a capacidade de melhorar a circulação, fazer a oxigenação celular e é riquíssima em magnésio, que atua no processo de equilíbrio ácido básico do corpo.

3 – Enzimas – Ter uma alimentação rica em enzimas vegetais faz o corpo funcionar melhor e proporciona aumento de energia e melhora na digestão.

4 – Água – É capaz de hidratar muito mais o nosso sistema justamente por ser rica em vegetais. A água contida nos alimentos tem ligação químicas diferentes e, portanto, tem melhor absorção celular.

5 – Gorduras – A alimentação viva traz ao corpo os melhores óleos da natureza necessários para o funcionamento celular, melhorando funções neurológicas, prevenindo doenças inflamatórias. Não usamos gorduras saturadas, somente óleos de coco e de abacate, o próprio abacate, azeite de oliva, sementes de chia e linhaça, nozes e macadâmias. Todos esses óleos, com exceção do de coco, são sensíveis ao cozimento. Por esse motivo, sempre devem ser consumidos crus.

6 – Equilíbrio acido básico – A alimentação viva é totalmente alcalina, gerando a condição ideal para o sangue e, portanto, para o funcionamento celular.

7 – Frutas – Ricas em vitaminas, fornecem o sabor doce a muitos pratos, além de saciarem o paladar.

8 – Superalimentos verdes – Todas as folhas, assim como clorofila e spirulina, são riquíssimas em minerais e proteínas.

9 – Grãos – Por diversas razões antinutricionais, são consumidos com moderação, como a presença do glúten, por exemplo. Recomenda-se em baixas dosagens. Costumo indicar trigo sarraceno, trigo em grãos, grão de bico e lentilha. Sempre deixados de molho por 8 horas, escorridos e germinados ou desidratados até 60 graus.

10 – Antienvelhecimento – Isso ocorre pela restrição calórica que ocorre naturalmente com a alimentação viva.

 

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