HandbikeMeu nome é Roberta Izidoro e não sabia muito a respeito de esporte para deficiente até conhecer a Samanta, e se não fosse por ela talvez nunca teria ouvido falar em algo como a handbike. Pois bem, se você é deficiente ou se tem um amigo próximo que seja deficiente, você provávelmente sabe bastante, ou pelo menos o suficiente sobre a handbike e outros aparelhos que são parte integrante da vida do deficiente. Confesso que fiquei surpresa quando a Samanta me disse que iria andar de bicicleta, pensei “como assim?”, e então ela me explicou que tinha uma handbike.

Existem vários tipos de bicicletas adaptadas, para quem é paraplégico o “pedal” fica nas mãos. Para quem tem os membros superiors afetados os freios podem ser acionados com o cotovelo ou até mesmo com a parte de trás da cabeça, é preciso, no entanto, ter um pouco de movimento nos braços.

O uso da handbike por esporte ou mesmo por lazer pode ser considerado como uma ferramenta de inclusão social, já que a pessoa com deficiência pode ser vista na rua e nos parques fazendo o que gosta. Alėm disso, o uso da handbike (ou qualquer outra atividade física) melhora a auto-estima, o sono e também faz muito bem ao coração. Pena que não é em todo lugar do mundo que se encontra boa pavimentação para a prática desse esporte. Mas mesmo assim, sempre é possível ir ao parque mais próximo de sua casa aos finais de semana, ou quando lhe for conveniente, para exercitar o corpo e relaxer a mente. Uma outra opção é associar-se a um grupo de ciclistas, pesquisei e encontrei o CRIA-ITU no Brasil, não sei mais detalhes sobre eles, porém, vale a pena pesquisar por grupos.

Fonte parcial: https://turismoadaptado.wordpress.com

My name is Roberta Izidoro and I didn’t know much about sport for disabled people until I met Samanta. If it wasn’t for that, maybe I would have never heard about the handbike. Well, if you are disabled, or if you have a disabled friend, you probably know a lot (or at least enough) about the handbike and other types of gear that are integral part of the life of a disabled person. I must admit that I was surprised when Samanta told me she was going to ride her bike and thought “what?”. She then explained how the handbike works.

There are different types of adapted bicycles, for those who are paraplegic; there is a hand pedal. For those who have the upper limbs paralyzed, the brakes can be hit with the elbows or even with the back of the head. It is necessary to have some movement in the arms though.

The use of the handbike either for sport or for leisure can be seen as a tool for social inclusion, given that the disabled person will be seen in the streets and in the parks doing what he or she likes. Besides that, the use of the handbike (or any other physical activity) improves self-esteem, sleep and is very good for the heart. It is a pity that not everywhere in the world you can find good pavement for the practice of this sport. But still, it is always possible to go to the nearest park at the weekends, or at any time of your convenience, to exercise the body and relax the mind.

Another option to potentiate your cycling is to join a disabled cycling group. If you are in the UK check the Hand Cycling Association www.handcycling.org.uk

Tradução por Roberta Edwards/Translated by Roberta Edwards

Handbike no Thames – Um pouco mais sobre a vida londrina.
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